A caixa de entrada
É a tela Atendimento, e é onde a equipe passa o dia. Três colunas: a lista à esquerda, a conversa no meio, a ficha do contato à direita.
As quatro abas #
Aguardando — o que ninguém pegou. É a aba que importa, e o contador dela é o número mais importante da tela: ele diz quanta gente está esperando neste instante.
Meus — o que você assumiu. É a sua lista de trabalho.
Todos — os atendimentos abertos da equipe. Quem é Atendente não vê esta aba com a empresa inteira: vê as filas de que participa.
Finalizados hoje — o que foi encerrado hoje, para reabrir se o cliente voltar.
O cartão de cada conversa #
Cada item da lista carrega, além do nome e da prévia da última mensagem:
- Quanto tempo está esperando — “chegou agora”, “12 min na fila”, “2h na fila”.
- Sem dono, quando ninguém assumiu.
- A conexão pelo nome que você deu — “Recepção”, “Financeiro” —, e não o número.
- Quantas mensagens novas chegaram.
- Fora do prazo, se o compromisso de resposta foi estourado.
Dá para ordenar por última atividade ou por espera mais longa. A segunda é a que um supervisor quer no fim do dia: ela põe no topo quem está esperando há mais tempo, e não quem escreveu por último.
A fila vazia #
Quando não há ninguém esperando, a tela diz “Nenhuma conversa esperando” e explica que a próxima aparece sozinha, sem recarregar. Isso não é um erro nem um “nenhum resultado”: fila vazia é boa notícia, e a tela a trata como tal.
Chega sozinho #
Mensagem nova aparece na lista em menos de um segundo, sem apertar nada. O mesmo vale para uma conversa que um colega assumiu: ela sai da sua aba Aguardando na hora.
A busca #
O campo busca por nome e número.
Uma conversa que você não pode ver #
Se você abrir o link de um atendimento que está fora do seu recorte, a tela diz isso com todas as letras e sugere o caminho: um supervisor pode transferi-lo para você. Ela não finge que a conversa não existe, nem mostra uma tela em branco.